Act Like You Mean It

The neuroscience behind the oldest love story of the world.

Event Details

Location

MAR Museu de Arte do Rio
Rio de Janeiro, Brazil

Date

August 06, 2014 8:00 am - August 07, 2014 5:00 pm

Act Like You Mean It

We have all experienced the feeling of being deeply touched by actors and actresses when watching a play. But how do actors convey such complex feelings? Do they really “love” or “hate” their stage partners? Or are they just pretending? In the Act Like You Mean It performance it was the neuroscience that gave answers to this question!

The team of Act Like You Mean It consisted of two Swiss researchers: the neurologist, Thomas Grunwald of the Swiss Epilepsy Center in Zurich and dramatist, Anton Rey of the Institute of Performing Arts and Film (IPF) of the University of the Arts Zurich. Assisted by the Shakespearean scene of Romeo and Juliet on the terrace, the leaders of the research presented their findings in a part scientific, part scenic performance.

Keep on reading for some  impressions of our Junior Project Manager Adrien Claivaz about the Event:

Bring a mixed project between art and science conducted by two researchers from Zurich, blend that with our new offices swissnex Brazil in Rio de Janeiro and São Paulo and you will have the Act like You Mean It project, encompassed by a Brazilian tropical mood.

The Act Like You Mean It project was realized in both Rio de Janeiro and São Paulo. Being the first event of swissnex Brazil in São Paulo, Act Like You Mean It was held on Thursday 14th August at SP Escola de Teatro (São Paulo – School of Theater) and was a great success. The swissnex Brazil team was delighted to meet a great number of participants.  Many thanks to our guests present and especially our collaborators who brought the performance to São Paulo: Prof. Anton Rey Director of the Institute of Film and Performance Art at Zurich University of the Arts and Prof. Thomas Grunwald Director of the Swiss Epilepsy Centre in Zurich.

The Origins of the Project

This project is the result of several years of work between Prof. Thomas Grünwald and Prof. Anton Rey.  Thomas Grünwald approached the theater school about seven years ago, looking for actors and actresses willing to participate in an experiment. The actors were asked to perform in their mind and inside a magnetic resonance tomography some of the scenes they had performed before on screen, on stage or in movies. By contrasting their brain-electrical activity with that during rehearsals without any emotions, Prof. Thomas Grünwald and Prof. Anton Rey found that during emotional performances they activated parts of their brains that normally subserve mnemonic and emotional processes but usually cannot be accessed deliberately. They took this finding to suggest, that experienced actors and actresses can control their emotions and can indeed elicit the feelings that they need on stage instead of faking them.

The Project’s Relevance

As we know in this project, we are dealing with two different matters, theater and neurology. According to Prof. Anton Rey, who represents the artistic side of Act Like You Mean It:

the main objective was to participate in a 250 year old question on the differences between so called “hot“ or “cold“ acting. We consider the collaboration as a perfect cooperation where for once the artist are not taken as entertainers but as experts in what they have specialized in over decades of training. This fact makes the project a good example of “Artistic Research“ also known as “research with the arts” in opposition to research on/about arts or “practice based research“.”

And Prof. Thomas Grünwald, representing the scientific part of Act Like you Mean It states:

“This kind of research aims at helping epilepsy patients: First, we must learn as much as possible about brain structures that sometimes must be removed to cure patients by epilepsy surgery from otherwise intractable focal epilepsies. This knowledge can help to make surgical procedures safer and to better adjudicate the question of whether an operation should be performed or not in individual patients.

Neuroscience will not change the dramatic arts and will not make better actors. However, individual artists may find confidence in the fact that neuroscientific experiments can find proof of some capabilities that theories of the dramatics arts can only claim. Moreover, experiments like those that we are using in our cooperation can be used for research in the dramatic arts into different approaches to theatre playing “

Act Like You Mean It in Brazil

The Act Like You Mean It project in Brazil counted with the collaboration of two local actors Florencia Santangelo and Gustavo Sol, who participated in an international project for the first time. For them, this experience was an opportunity to discover a new way to look at science and theater.

Reactions were more than enthusiastic and positive from the attendees. At the cocktail reception a quality audience composed of researchers, doctors, artists, students, journalists and theater amateurs, was able to interact with the team of Act Like You Mean It as well as with members of swissnex Brazil. It was noticeable the strong interest from the Paulista audience at the “sui generis” mix of science and art, particularly, neuroscience and theater. Many attendees shared that it was the first time they had seen such a project in São Paulo:

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“This performance reveals a new way to approach science with the sixth Art.” – Bruno Moraes,  Artist from São Paulo 

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“The swissnex event gave the opportunity to expand knowledge and curiosity in unexpected ways”. – Thomas Lusteau

Prof. Anton Rey and Prof. Thomas Grünwald visited Brazil for the first time in their life. Their impression after their stay in Brazil was very positive. The Brazilian people with whom they worked with all were extremely supporting, friendly and open, says Anton. Comparing Rio de Janeiro and São Paulo they were impressed by the high building of Sao Paulo but also seduced by the landscapes of Rio and its typical drink: Caipirinha.

In the name of the entire swissnex Brazil team, we send you our warmest greetings and thank you for your interest for our first event in Sao Paulo.

Português

Act Like You Mean It

A neurociência por trás da história de amor mais antiga do mundo.

Todos nós já experimentamos a sensação de ficarmos profundamente tocados por atores e atrizes enquanto assistíamos a uma peça. Mas como atores transmitem sentimentos tão complexos? Será que eles realmente “amam” ou “odeiam” os seus parceiros de cena? Ou eles estão apenas fingindo? No espetáculo Act Like You Mean It a neurociência respondeu essas perguntas!
A equipe do Act Like You Mean It consistiu de dois pesquisadores suíços: o neurologista Thomas Grunwald do Centro Suíço de Epilepsia em Zurique e o dramaturgo Anton Rey do Instituto de Artes Cênicas e Cinema (IPF) da Universidade de Artes de Zurique. Auxiliados pela cena de Shakespeare de Romeu e Julieta no terraço, os líderes da pesquisa apresentaram suas descobertas em um espetáculo ao mesmo tempo cênico e científico.
Continue lendo para algumas impressões do nosso Gerente de Projetos Junior, Adrien Claivaz, sobre o Evento:
Pegue um projeto que é um misto entre arte e ciência conduzido por dois pesquisadores de Zurique, misture isso com os nossos novos escritórios da swissnex Brazil no Rio de Janeiro e em São Paulo e você terá o projeto Act Like You Mean It, tomado por um clima tropical brasileiro.
O projeto Act Like You Mean It ocorreu tanto no Rio de Janeiro quanto em São Paulo. Sendo o primeiro evento da swissnex Brazil em São Paulo, o Act Like You Mean It aconteceu no dia 14 de agosto (quinta-feira) na SP Escola de Teatro e foi um grande sucesso. A equipe swissnex Brazil adorou conhecer um grande número de participantes. Agradecemos aos nossos convidados presentes e, em especial, aos nossos colaboradores, que trouxeram o espetáculo para São Paulo: o Prof. Anton Rey, Diretor do Instituto de Cinema e Arte Performática da Universidade de Artes de Zurique e o Prof. Thomas Grunwald, Diretor do Centro Suíço de Epilepsia em Zurique.
As Origens do Projeto
Este projeto é resultado de diversos anos de trabalho entre o Prof. Thomas Grünwald e o Prof. Anton Rey. Thomas Grünwald aproximou-se da escola de teatro há cerca de sete anos, à procura de atores e atrizes dispostos a participar de um experimento. Os atores foram convidados a executar em sua mente e dentro de uma máquina de tomografia de ressonância magnética algumas das cenas que tinham interpretado previamente na tela, no palco ou no cinema. Contrastando suas atividades cerebrais elétricas com aquelas obtidas durante os ensaios, sem qualquer emoção, o Prof. Thomas Grünwald e o Prof. Anton Rey descobriram que, durante performances emocionais, parte de seus cérebros, que normalmente subservem processos emocionais e mnemônicos, eram ativadas, partes essas que geralmente não podem ser acessadas de forma deliberada. Isso os levou a crer que isto sugere que atores e atrizes experientes podem controlar suas emoções e pode realmente provocar os sentimentos que eles precisam no palco ao em vez de fingi-los.

A Relevância do Projeto
Como sabemos, neste projeto estamos lidando com duas questões diferentes, teatro e neurologia. De acordo com o Prof. Anton Rey, que representa o lado artístico do Act Like You Mean It:
“o objetivo principal foi de participar em uma velha questão, de 250 anos, sobre a diferença entre as atuações chamadas de “quentes” ou “frias”. Nós consideramos que a colaboração é uma perfeita cooperação em que, pela primeira vez, o artista não é considerado como um provedor de entretenimento, mas como um expert naquilo em que se especializou durante décadas de treinamento. Este fato torna o projeto um bom exemplo de “Pesquisa Artística”, também conhecida como “pesquisa com as artes”, em oposição à pesquisa de/sobre artes ou a “pesquisa baseada na prática”.”
E o Prof. Thomas Grünwald, representando o lado cientifico do Act Like You Mean It, afirma que:
“Este tipo de pesquisa tem como objetivo ajudar os pacientes de epilepsia: em primeiro lugar, temos de aprender o máximo possível sobre as estruturas cerebrais que, por vezes, têm de ser removidas para curar pacientes em cirurgias de epilepsia, no caso de epilepsias focais intratáveis. Este conhecimento pode ajudar a tornar os procedimentos cirúrgicos mais seguros e tornar mais fácil a decisão em relação a uma operação, se a mesma deve ser realizada ou não em pacientes.
A neurociência não mudará as artes dramáticas e não fará atores melhores. No entanto, os artistas individuais podem confiar no fato de que os experimentos neurocientíficos provam algumas capacidades que as teorias de artes dramáticas podiam antes apenas teorizar a respeito. Entretanto, experimentos como esse que estamos usando em nossa cooperação, podem ser usados em diferentes pesquisas de artes dramáticas e em diferentes abordagens da encenação teatral.”
Act Like You Mean It no Brasil
O projeto Act Like You Mean It no Brasil contou com a colaboração de dois atores locais, Florencia Santangelo e Gustavo Sol, que participaram pela primeira vez de um projeto internacional. Para eles a experiência foi uma oportunidade de descobrir uma nova maneira de olhar para a ciência e para o teatro.
As reações dos participantes foram entusiásticas e positivas. No cocktail de recepção uma audiência de qualidade, composta de pesquisadores, doutores, artistas, estudantes, jornalistas e amadores de teatro, pode interagir com a equipe do Act Like You Mean It e também com os membros da swissnex Brazil. Chamou a atenção o grande interesse do público paulista no mix “sui generis” da ciência e da arte, em especial, da neurociência e do teatro. Muitos participantes compartilharam que era a primeira vez que tinha visto um projeto como este em São Paulo:

“Esse espetáculo revela uma nova maneira de abordar a ciência em conjunto com a sexta arte.” – Bruno Moraes, Artista de São Paulo

“O evento da swissnex me deu a oportunidade de ampliar meu conhecimento e minha curiosidade de formas inesperadas”. – Thomas Lusteau

O Prof. Anton Rey e o Prof. Thomas Grünwald visitaram o Brasil pela primeira vez. Suas impressões foram muito positivas depois de suas estadias no Brasil. Os brasileiros com quem eles trabalharam foram todos foram extremamente prestativos, amigáveis e francos, disse Anton. Comparando o Rio de Janeiro com São Paulo, eles ficaram impressionados com os altos edifícios de São Paulo, mas também foram seduzidos pelas paisagens do Rio e sua bebida típica: a Caipirinha.

Em nome de toda a equipe da swissnex Brazil, enviamos nossas mais calorosas saudações e agradecemos por seu interesse no nosso primeiro evento em São Paulo.

Text: Adrien Claivaz, Junior Project Manager at swissnex Brazil

Event Photos

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