Roadshow Science without Borders

The Joint Roadshow of foreign universities is a joint initiative of several countries, traveling on tour from the North to the South of Brazil, in order to present to Brazilian students the many possibilities of studying abroad

Event Details

Date

May 11, 2015 11:00 am - May 21, 2015 8:00 pm

swissnex Brazil on the road!

The Joint Roadshow of foreign universities is a joint initiative of several countries, traveling on tour from the North to the South of Brazil, in order to present to Brazilian students the many possibilities of studying abroad.

The project is developed within the framework of the federal program ‘Science without Borders’ (Ciência sem Fronteiras), which fosters international exchanges for Brazilian students.

This is the third edition of the Joint Roadshow at a national level and the first edition in the Northeast of Brazil. Its activities include presentations, exhibitions and providing direct contact between representatives from international institutions and universities representatives and students from Pará.

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1. When did the Joint Roadshow first started?

Mayra (swissnex Brazil): The Roadshow its an initiative on its third edition and has grown considerably from 2014 to 2015 in relation to the institutions and countries involved. The project includes representatives coming to Brazil specifically for the Roadshow like Australia.

2. What is the reaction of Brazilian students who came to talk to you? What are they looking for?

Mayra (swissnex Brazil): We observed that the greater the diversity of countries and institutions present, the greater the number of students interested. Some students already know where they would like to go, others are simply seeking inspiration and the possibilities they have. For me, one of the most satisfactory moments in the Roadshow is to see the sparkle in the eyes of students who arrive with doubts and leave happy with their questions answered.

Betina (DAAD): Today, students already know well the ‘Science without Borders’ program. This, because many of their colleagues have already studied abroad with this program and have told them their experiences. A big part of the interested students are already learning languages.

 3. What are the impacts in Brazil of increasing students internationalization in the short and long term?

Mayra (swissnex Brazil): According to recent statistics, only 5% of Brazilian speak English, so one of the big impacts of the internationalization of students is the increase in the number of Brazilian speaking foreign languages. In the middle term, this process can have an impact in the number of publications in English (an obligatory condition at international rankings) and certainly the number of international collaborations, due to the fact that a big part of exchanges happens through direct contact between students and researchers.

4. What are the major challenges in the promotion of student and researcher exchanges? How could the Join Roadshow help overcoming those obstacles?

Mayra (swissnex Brazil): For any kind of exchange, it is necessary to get to know one another. People connect through direct contact established by them and I believe that Brazilian and foreign students and researchers benefit greatly with this interaction.

Betina (DAAD) : The biggest challenge is the lack of exchange culture, financial difficulties, a lack of incentive and lack of foreign language skills. The typical Brazilian student usually does not speak English. That reality is chaging thanks to programs like ‘Science without Borders’. The Joint Roadshow brings the Universities to students. We try to reach the student so that he/she could get to know us better. By doing so, we try to transform the ‘idea’ of an exchange into reality.

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O Joint Roadshow de universidades estrangeiras é uma iniciativa conjunta de vários países, viajando em ¨turnê¨ de norte a sul do Brasil, com o intuito de apresentar aos estudantes brasileiros as mais diversas possibilidades para estudar fora do país.O projeto se insere no contexto do programa federal Ciência sem Fronteiras que promove o intercâmbio de estudantes brasileiros para o exterior.
O Joint Roadshow já está na sua Terceira edição e chega pela primeira vez ao norte do Brasil, para fazer apresentações, exposições e proporcionar um contato direto entre representantes de instituições e universidades estrangeiras e estudantes do Pará.

 

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1. O que é o joint roadshow e como foi iniciado?Mayra (swissnex Brazil): O roadshow é uma iniciativaque já está no sua Terceira edição e cresceu consideravelmente de 2014 a 2015, com relação às instituições e paísesenvolvidos. A projetocontacom a participação de representantesquevêmpara o Brasilespecialmentepara o roadshow, comoporexemplo da Austrália.

Betina (DAAD): O Roadshow Ciência se Fronteiras foi organizado para divulgar as possibilidades para brasileiros estudarem no exterior através do programa Ciência sem Fronteiras. Acreditamos que viajando juntos, em “caravan”, tenhamos maior visibilidade. É um grupo bem grande.

 2. Qual a reação dos estudantes brasileiros que vêm converser com vocês? O que estão buscando?

Mayra (swissnex Brazil): Nós observamos que quanto maior a diversidade de países e instituições representadas, maior é o número de estudantes presents nas apresentações. Alguns dos estudantes já sabem o que querem e para onde ir, outros estão simplesmente buscando inspiração e conhecimento das possibilidades que possuem. Para mim, um dos momentos mais satisfatórios do Roadshow, em ambos os casos, é ver o brilho nos olhos dos estudantes que chegam com dúvidas e partem radiantes.

Betina (DAAD): Hoje os estudantes já conhecem bem o programa Ciência sem Fronteiras. Já sabem como funciona, pois muitos colegas já foram para o exterior e já voltaram para o Brasil , contando a experiência que tiveram. Grande parte dos estudantes interessados em se inscrever no CsF já estão estudando idiomas.

 3.Quais são o simpactos no Brasil a curto e longoprazo do aumento da internaciolização de estudantes?

Mayra (swissnex Brazil): Segundo estatísticas recentes, somente 5% dos brasileiros falam inglês, logo, um dos grandes impactos diretos da internacionalização de estudantes é o aumento de brasileiros que falem outras línguas.A médio prazo, esse processo pode impactar o número de publicações em inglês (condição obrigatória para rankings internacionais) e certamente o número de colaborações internacionais, visto que uma boa parte dessas trocas se passa através de contato direto entre estudantes e pesquisadores.

 4. Quaissão as grandesdificuldadesparapromover o intercâmbio de estudantes e pesquisadores? Como o Joint Roadshow podeajudarnessecontexto?

Mayra (swissnex Brazil): Para todo e qualquertipo de intercâmbio, é necessário se conhecer um ao outro. As pessoas se conectam através do contato que estabelecem e acredito que os estudantes e pesquisadores, do Brasil e do estrangeiro, ganham muito ao interagir uns com os outros.

Um outro fator que está floresncendo, ao meu ver, é a validação da cooperação x competição. Hoje em dia, ganha-se muito mais em interações colaborativas do que competitivas, num ambiente de interesse mútuo.

Acho que o grande valor agregado do Joint Roadshow reside justamente no fato de server como ponte de ligação entre o Brasil e os diversos países participantes do projeto. São centenas de possibilidades que se multiplicam a uma dimensão que é difícil até quantificar!

Betina: A grande dificuldade em promover o intercâmbio é a falta de cultura de intercâmbio do estudante e pesquisador brasileiro, as dificuldades financeiras, a falta de incentivo e falta de conhecimentos de lingual estrangeira. O estudante brasileiro não fala ingles. Isso dificulta ou impossibilita até o intercâmbio. Mas essa realidade está mudando, graças ao programa Ciência sem Fronteira. O Joint Roadshow traz as universidades estrangeiras até os alunos. Nos vamos até ele para que eles nos conheçam. Desta forma, acreditamos que a idéia do intercâmbio torna-se mais “real”.

 

 

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